24 de Novembro de 2009

ESTÁ DECIDIDO...

...não consigo dormir com gatos. Pronto!O meu A. tem três gatos: duas gatas (a Lulu e a Nerina) e um gato (o Piccolo). Gosto muito de os ter ao colo, adoro fazer-lhes festinhas e tê-los a ronronar ao pé de mim. Mas chegando a hora de dormir, os meus queridos gatos que tenham paciência mas não consigo dormir com eles. Visualizem este cenário: o meu A. a ressonar, a Lulu encostada à minha cintura e a ronronar tão alto que na rua a devem ouvir (concerteza), o Piccolo em cima das minhas pernas e a aproveitar o adiantado da hora para tomar o banhito da madrugada, lambendo-se de tal forma que oiço todas as suas lambidelas e a Nerina com a cabeça mesmo em cima da minha cara, esfregando os seus bigodinhos nas minhas bochechas. A certo ponto, todo aquele festival sonoro dá cabo da minha paciência! Por isso, não entram no quarto para dormir. Assim, fico apenas com o barulho do ressonar do meu A., que já me chega.

Nota Bene: Sei que estou atrasada com selos que me presentearam, desafio que me lançaram e leituras de cartas, mas tenho andado a fazer traduções e trabalhos de tratamento de imagem e o tempo tem sido pouco. Para além disso, estou de novo doente :-(. Desta vez, estou constipada! Arghhh!!!

P.S.: Os gatinhos do meu A. são mais pequeninos que os da foto, tão a ver? (ler à tia, sff)

19 de Novembro de 2009

MUDAR OU NÃO MUDAR, EIS A QUESTÃO!

Hoje acordei com mais uma daquelas minhas teorias que normalmente costumo partilhar aqui convosco. E hoje a teoria é sobre a maneira como vemos o que nos rodeia, como pensamos e, consequentemente, como vemos as pessoas que nos rodeiam e o que pensamos delas. Como todos sabemos, temos ideias diferentes, pensamos diferente, vemos o mundo de forma diferente, vemos as pessoas de forma diferente - não sei quanto a vocês mas às vezes gostava de poder ver através dos olhos de outras pessoas para saber como me vêem e o que pensam de mim - porque todos nós vemos diferenças num lugar, ainda que seja o mesmo local para todos. Todos nós agimos de forma diferente perante uma determinada situação, ainda que seja a mesma situação para todos. E todos nós vemos diferenças numa pessoa, ainda que seja a mesma pessoa para todos.

Mas o que não nos damos conta é que vemos o mundo que nos rodeia daquela forma específica por causa de nós mesmos. Vemos as pessoas desta ou daquela maneira por causa de nós mesmos. É o que somos que determina COMO olhamos para o mundo. É o que somos que determina COMO vemos os outros. E o mundo será da forma como o virmos. E as pessoas serão conforme nós a virmos. E nada mudará. As pessoas não mudarão. O mundo não mudará. Nada nem ninguém deixará de ser o que é nem como é. Não? Será que não mesmo? Eu digo-vos que sim! O mundo muda e as pessoas mudam. Como? É simples: mudando nós próprios! Se mudarmos a nossa maneira de ser, de ver o mundo e as pessoas, tudo à nossa volta muda. Porquê? Porque não foi o mundo que mudou. Não foram as pessoas que mudaram. Foi o conceito. Foi a maneira de pensar. Logo, tudo mudou! A verdade é que muitos de nós queremos mudar o mundo, mas esquecemo-nos que basta um pequeno gesto - não para mudar o mundo, que é demasiado grande para mudar - para que tudo mude no NOSSO pequeno grande mundo.

Quem disse que devagar não se vai ao longe?

16 de Novembro de 2009

MAS PORQUE É QUE...

...os velhinhos colocam sempre naftalina na roupa?
Hoje no autocarro, entrou uma velhinha, até muito amorosa, mas mal se sentou, senti um cheiro profundamente horrível a naftalina. E pensei logo que a minha avó também tem guarda-fatos cheios de roupa e imensa naftalina. Mais valia colocarem qualquer coisa mais agradável, mais perfumada, assim como por exemplo um sabonete de laranja maravilhoso da Castelbel que deixa as minhas gavetas perfumadas e a roupa também :D
Não era um cheirinho melhor?

15 de Novembro de 2009

MOMENTOS DE BOA DISPOSIÇÃO

Laranja - Sabes, quando fazes esse olhar pareces um gato.
A. - Bem, na realidade, chamavam-me Miau.
Laranja (a rir que nem uma perdida) - Mas de onde te saem essas coisas?
A. - Da boca...

Sou sincera, farto-me de rir com o meu A., o que é óptimo. E, de facto, rir faz muitíssimo bem, tanto na amizade como no amor. Rir torna tudo mais leve, mais fácil de lidar, torna o diálogo mais aberto, principalmente se as pessoas brincam quando devem brincar e falam a sério quando devem falar a sério, não é? Porque existem aquelas pessoas que estão sempre a brincar, até com coisas sérias e aí é impossível tratar de qualquer assunto sério quando é preciso. Mas sabendo separar as águas, então é uma maravilha. Por isso, meus caros e minhas caras, se tiverem a oportunidade:

Riam muito, porque faz bem e deixa o espírito leve :D

INDIFERENÇA

Fiquei surpreendida ao ver que as respostas dadas por vocês foram todas diferentes daquela que dei eu e daquela que, efectivamente, deve ser a atitude correcta perante uma situação do género. Porque a mim também me fizeram esta pergunta, explicando a situação e deram-me as mesmas opções de resposta. Só que eu respondi que seria indiferente. E a resposta correcta para a situação que vos expus é mesmo esta - ser indiferente. Uma vez que estamos à mesa e de visita na casa de outra pessoa (que nem conhecemos muito), por muito que se goste de gatos não se devem dar nem festas nem comida. Muitos fazem-no ou porque gostam de animais ou porque acham que os donos da casa e do gato apreciam esse gesto. Mas não é assim. Por isso, já sabem.
P.S.: Mas compreendo que quisessem fazer uma festinha no gatinho. Eles são tão fofos, não é?

13 de Novembro de 2009

KITTY CAT

Para quem os aprecia, os gatos são uns fofos. E existem ainda gatos que se parecem com verdadeiros cãezinhos, vêm quando chamamos por eles, são muito meiguinhos e adoram mimos, atenções e colinho. Agora imaginem a seguinte situação:

Estão de visita na casa de uma pessoa que conhecem pouco e que vos convidou para jantar - a vocês e outras pessoas. Essa pessoa tem um gato. E quando estão à mesa a jantar, o gatinho vem ter convosco e mia, olha para vocês com ar de súplica, levanta a patinha, coloca as patinhas na vossa perna. O que fazem?

a) Fazem-lhe uma festinha.

b) Mostram indiferença.

c) Dão-lhe um pouco de comida.

O que fariam?

12 de Novembro de 2009

REVELAÇÕES DE CACAU

E não é que me foi feita uma revelação sem eu esperar? Quer dizer, pensei que já tivesse sido superado, que já estivesse noutra - mas não na minha. Eu bem que sempre estranhei aquelas mensagens contínuas de treinos que não me interessam para nada, até porque nem faço karaté nem pratico nada parecido a treinos de luta ou combate. Eu explico - o meu ex - o chocolate P. (que na altura agiu como um tótó - ver aqui), nunca deixou de manter contacto. Tem sempre enviado mensagens informativas de treinos - provavelmente para ver se eu respondia a alguma - informou-me que ia ser pai, informou-me quando foi efectivamente pai (quando nasceu a menina) e continuou, depois disso, a enviar mensagens informativas de treinos que não pratico.

E nestes últimos dias tive a "declaração" de que ele ainda pensa em mim. O que não é nada bom, considerando todos os outros factos. Pensei para mim: "Este homem nunca há-de ser homem de uma mulher só." E, sinceramente, fiquei aliviada e contente por já não ser eu essa mulher. Não entendo o que é que uma pessoa que age deste modo pretende das pessoas com quem se envolve, não entendo o que é que entende por relacionamento nem o que quer desse mesmo relacionamento. E a grande tristeza e decepção disto tudo é saber que existe uma grande maioria que age exactamente assim - de forma imatura e totalmente desprendida.

É por estas e por outras que não há
como o meu amor italiano!